O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 13/11/2020

Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o trabalho escravo no Brasil apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More.

Precipualmente, é fulcral pontuar que o trabalho escravo deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbies, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, pessoas são abdicadas dos seus direitos trabalhistas e são postas a trabalhar sem nenhum direito. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a falta de fiscalização desses locais de trabalho como promotor do problema. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a ausência de fiscalização contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o trabalho escravo no Brasil, necessita-se, urgentemente que o tribunal de contas da união direcione capital que, por intermédio do Ministério do Trabalho será revertido em ações de fiscalização, através da polícia federal. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo do trabalho escravo, e a coletividade alcançará a Utopia de More.