O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 04/11/2020

O trabalho escravo, é a realidade de no mínimo 20,9 milhões de pessoas no mundo, no qual 15% são habitantes do Brasil de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), no qual, grande maioria dessas pessoas se rendem a esse trabalho por situações de extrema miséria e fome. Além disso, a falta de uma educação ou uma formação escolar faz com que esse número seja ainda maior.

Antes de mais nada, vale ressaltar que as vitimas do trabalho escravo são pessoas de baixa rendas ou desempregas, que procuram saídas para melhorar suas condições aceitando serviços que vai totalmente contra os direitos humanos. De maneira em que, os lideres dessas organizações ilícitas propõem ao individuo uma boa condição de trabalho com um valor agradável, que na realidade esse valor pode nem existir ou ser insuficiente as suas necessidades. Ainda que o individuo tente sair desse trabalho ele estará preso por dividas com o “patrão” e dificilmente conseguirá fugir.

Isso demostra, portanto, que a falta de uma educação escolar prejudica a possibilidade de se ter um emprego favorável, já que pesquisas mostram que 32% das pessoas que foram resgatadas em trabalhos escravos, eram analfabetas e outras 39% não concluíram a primeira fase do ensino fundamental, totalizando 71% de pessoas que não tiveram uma educação escolar adequada. Além de priorizar a educação, é indispensável que haja a punição do lideres dessas organizações, a fim de combater essa violação dos direitos humanos.

Mediante os fatos, o governo e o estado tem o compromisso de erradicar essa prática de trabalho escravo, mas também, tem como obrigação promover e incentivar o estudo de crianças e jovens, principalmente os mais carentes. Com a finalidade de que seja erradicado ou reduzido o trabalho escravo, sem se esquecer de dar assistência as vitimas do trabalho escravo que foram resgatadas, por no mínimo 6 messes.