O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 17/10/2020
A Leia Áurea assinada no tempo do Brasil império foi um grande avanço para o combate a escravidão naquela época, hoje no século 21, existe outra ideia de trabalho escravo que as leis modernas tentam coibir. E, esse assunto é tão preocupante que a ONU tenta combater por meio do programa de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso que, esse problema indesejado, muitas vezes, causa na sociedade ora degradação da vida humana ora problema de confiabilidade nos negócios para o país.
Inicialmente, cabe destacar que o trabalho análogo a escravidão no Brasil é uma situação de desrespeito a vida humana, pois, por muita das vezes, impõe condições de trabalho subumana como por exemplo, alojamentos inadequados, restrição da liberdade e trabalho por dívida. Portanto, é urgente que a sociedade civil e seus governantes discutam sobre essa problemática, a fim de se evitar ou minimizar as condições impostas aos trabalhadores que por muitas das vezes são imigrantes da América Latina ou se encontram em situação de vulnerabilidade econômica no Brasil.
Outro ponto a ser explorado, é de como o trabalho escravo afeta a economia no Brasil, já que quando uma empresa é descoberta fazendo uso desse modelo laboral, o mercado nacional e internacional trata logo de rechaçar seus produtos. Logo, é notório que o uso do trabalho análogo a escravidão traz um impacto negativo ao comercio brasileiro, uma vez que com ele não vem só a instabilidade comercial e insegurança trabalhista, mas também o enfraquecimento comercia da empresa e o inchamento público.
Então, uma das soluções que se apresentam na luz dessa mazela é colocar em voga esse assunto, por meio do Ministério da Cidadania e do Trabalho, na Câmara dos Deputados e Senadores, com a finalidade de se pensar meios melhores de prevenção, assistência e repressão para combater a escravidão. E, algumas dessas ideias podem passar pela difusão desse assunto na sociedade, por meio de veículos de impressa, penas mais duras para praticantes desse crime e aumento na vigilância nos pontos que hoje são mais usados para prática desse ilícito como, áreas rurais e empresas do ramo têxtil.