O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 22/10/2020
O escritor europeu Arnold Toynbee, em uma de suas teorias, descreve que os humanos tornaram-se detentores da tcnologia, mas continuam “macacos” na existência. Indo de acordo com a premissa, a questão do trabalho escravo no Brasil, configura-se como um regresso da humanidade. Tangenciado devido ao despreparo governamental e atenuado pela falta de informação ofertada a população.
Em primeira instância, é fulcral salientar que o sociólogo Émille Durkheim afirma,em seus estudos, que o poder público deve se responsabilizar pelo gerenciamento das questões que envolvam a coletividade. Entretanto,tal perspectiva manteve-se utópica no Brasil, em virtude do descaso governamental em viabilizar investimentos aptos a findar com o trabalho escravo. Como consequência ,há o aumento na injustiça social, pois submeter o idividuo ao trabalho escravista é uma violação de seus direitos.
Ademais, é perceptível a falta de informação acerca dos direitos trabalhistas.Tal desinformação é decorrente do alto indíce de desemprego,pois devido a grande necessidade de ser empregado, os trabalhadores não se atentam a averiguar se as condições de serviço que são oferecidas correspodem as exigidas pela lei. Desta froma, o medo do desemprego promove o ingresso em jornadas de trabalho exaustivas com péssimas condições.
Portanto, medidas sao necessárias para solucionar o impasse. Sendo assim,cabe a o Governo Federal elaborar um plano de combate ao trabalho escravo no país, de modo a instituir ações como a fiscalização em fábricas e ambientes rurais. Isso pode ser feito por meio de uma associação entre prefeituras, governadores e entidades federais. Além disso, o Ministério do Trabalho deve criar campanhas midiáticas efetivas a fim de trazer ciência aos trabalhadores de seus direitos. De modo que não se submetam a tais situações e denuncie qualquer oferta ilegal de trabalho. Desta forma, os brasileiros terão seus direitos mais resguardados.