O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/09/2020

O trabalho escravo no Brasil foi oficialmente ilegalizado em 1888, com a decretação da Lei Áurea, apesar disso a prática de escravidão ainda persiste dentro do país de forma acobertada. O trabalho escravo restringe a liberdade do indivíduo, infringindo contra seus direitos humanos e trabalhistas, indo contra as necessidades básicas e morais de um cidadão brasileiro.

Gilberto Freire, autor de “Casa Grande e Senzala”, formou uma teoria que explicava sobre s organização social que dera origem a sociedade brasileira: Sendo-a o patriarcalismo, que representa uma sociedade autoritária e escravocrata dividida entre etinias, onde havia uma “Casa grande (senhor)” que dominava e a “senzala (escravo)".que era dominado. Considerando que a escravidão foi um processo cultural-social utilizado desde antigamente e que se impregnou no Estado brasileiro, a sua “correção” na mente das pessoas é um trabalho árduo, pois ainda é visto como forma de empreendorismo.

Um trabalhor se torna escravo na sociedade contemporânea por vários motivos, sendo alguns deles, a vulnerabilidade socioeconômica e o aliciamento, sendo o trabalhor enganado pela falsa oferta de sair da sua atual condição finaceira ou familiar. O maior número de casos ocorre em áreas rurais, como na pecuária e no setor sucroalcooleiro, e empresas envolvidas entram na “lista suja” que são submetidas a restrições e multas, podendo até mesmo levar a prisão. Segundo o Ministério do Trabalho desde de 2008 á 2016, os casos de resgates de trabalho forçado, caiu aproximadamente 5000 casos para 667, o que representa uma queda consideravél em 8 anos.

De acordo com as formas de prevenção para o trabalho escravo no Brasil, caracteriza-se o alojamento á vitima e programes de assistencia social que auxiliam ao trabalhor libertado e a continuidade da fiscalização e o confisco de proriedade. Havendo também a possibilidade de fazer denúncias e grupos especiais de fiscalização móvel.