O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
A escravidão legal já esteve muito presente na rotina da sociedade. Desde a época dos Egípcios até alguns países, no século XX, o trabalho compulsório era difundido e praticado. Porém, atualmente, esse tipo de abuso é proibido por lei mas mesmo assim deve-se debater o assunto, pois trabalhos análogos a escravidão ainda existem no Brasil e devem ser combatidos.
Segundo filósofos liberais clássicos, como John Lock, o homem tem direitos naturais que devem ser respeitados por todos e garantidos pelo Estado. Dois desses direitos são o direito à propriedade do próprio corpo e liberdade. Quando há abusos em relações de trabalho, esses direitos naturais são violados, anulando totalmente a vida do indivíduo explorado.
Além do discurso liberal, o socialista também defende o indivíduo trabalhador. Marx, ao construir a teoria do materialismo histórico dialético, defendia que o motor da história era a exploração de uma classe sobre a outra e suas decorrentes guerras. Dessa maneira, Marx influenciou uma massa de pessoas que a partir do século XIX protestavam por melhores condições de trabalho e fim da exploração do proletariado, o que ajudou a desenvolver sociedades um pouco mais igualitárias.
Há, portanto, uma necessidade de se discutir o assunto. O Estado, ao desenvolver um sistema de inteligência mais eficiente, poderia descobrir focos de trabalhos abusivos, como é mais comum em madeireiras ou minas em lugares mais remotos, acabando com os lugares e prendendo os atuantes. As mídias de comunicação, também, tem um papel muito importante no convívio coletivo como um todo. Com campanhas informacionais e apoio às vítimas, as telecomunicações poderiam dar voz às pessoas que estão sendo subjulgadas. Dessa maneira, o trabalhador poderia denunciar o agressor e tirar ainda mais pessoas dessa situação precária.