O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/09/2020

Desde a formação do Brasil, a escravidão sempre esteve presente, sendo utilizado durante o período colonial como mão de obra. Todavia, malgrado de ocorrer a abolição, com a Lei Áurea em 1888, as leis e direitos trabalhistas surgiram apenas na década de 1930, tal que a exploração de trabalhados na contemporaneidade é indubitável em virtude das desigualdades sociais e a falta de supervisão. Logo, fica clara a necessidade de ações que objetivem combater tal impasse social.

É relevante abordar, primeiramente, que a desigualdade está enraizado, não só no Brasil, mas como no mundo. Haja vista que o negro sempre foi marginalizando e negligenciando apenas pela raça e cor. Nessa perspectiva, observa-se que a taxa de desemprego entre negros, segundo o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é de 71% maior do que entre brancos. Portanto, é evidente a urgência da implementação de medidas que combatem esse infortúnio.

Em segunda análise, nota-se que o desprovimento do conhecimento dos direitos trabalhistas e da supervisão do governo chega ser um problema ainda maior, pois não se pode debater um assunto no qual não se tem conhecimento. Sob esse viés, uma pesquisa realizada pelo  Diário de Pernambuco 9% dos entrevistados não sabem o que é o CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e 31,6% desconhecem que a jornada de trabalho no Brasil não pode ultrapassar a marca de 44 horas semanais. Dessa forma, é imprescindível a criação de meios que viabilizem uma solução para esse impasse.

impende, pois, reconhecer que a desigualdade e a escassez de conhecimento sobre essa área, deve ser mitigado do corpo social. Logo, cabe ao governo e os donos de empresas, investir em cursos e palestras para os empregados e àqueles que procuram empregos, a fim de que haja a evolução econômica do País. Assim, vislumbrar-se-á um futuro no qual os problemas citados acima não será prática vigente.