O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
O desespero nas ruas da atualidade
No cotidiano, o cuidado com a segurança passou a ser dobrado, por conta da insegurança e perigo que assola as cidades, através de notícias em jornais e revistas sobre casos de desaparecimento de pessoas nas ruas, tornando o perigo visível para os cidadãos e para a sociedade em si. Pode-se observar que o perigo iminente se dá por conta da falta de vigilância, resultando em sequestros relâmpagos e vítimas para o tráfico. Dito isto, a proteção da população deve ser melhor levada em conta pela PF (Polícia federal) para que não ocorram mais situações graves, causando um alívio para a cidade.
Para deixar evidente a frequência de sequestros que até hoje não foram solucionados, foi o caso da irmã de um lutador de MMA que foi raptada entre uma viela que tinha câmera e a passagem de câmera, onde mostra apenas carros passando e nenhum sinal da jovem. Só demonstra a fragilidade das autoridades em serviço da proteção da população. De todo modo, casos como esse acontecem numa grande ocorrência de vezes, induzindo a ajuda e compreensão dos policiais.
Juntamente com o sequestro, na maioria dos casos, acoplam situações muito piores do que um resgate, como o tráfico de pessoas. Decerto, estes quadros inevitavelmente levam ou a morte, ou ao trabalho escravo. Que pode ser vendido ou comercializado de modo sexual. Um exemplo é um prostíbulo em 2010 que foi acusado de estar enganando jovens garotas para que trabalhassem como prostitutas, sem desconfiança e dúvidas, elas iam sem esperar o pior. Tal situação implica mais uma vez com o descaso da segurança local, e a melhor investigação policial em locais suspeitos.
Dados os exemplos e situações, a polícia federal necessita cobrar melhor de si mesma e de seus policiais, para que vigiem melhor as ruas e evitem casos como o tráfico. Pois, como dito antes, com as ruas cheias de segurança, o desespero nunca chegará a ninguém, e isto motivará a saída das pessoas em busca de sonhos que poderão realizar sem se privar.