O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
O trabalho escravo contemporâneo é incompatível com a dignidade humana, caracterizado pela violação de direitos fundamentais que coloca em risco a saúde e a vida do trabalhador. O operário é obrigado a prestar um serviço, sem receber um pagamento ou um valor insuficiente para suas necessidades. Atualmente, ainda existem pessoas que são submetidas a esse tipo de trabalho ilegal.
A escravidão no Brasil se iniciou por volta de 1530, quando os portugueses implantaram as bases para a colonização da América portuguesa, para atender à demanda dos portugueses por mão de obra para o trabalho da lavoura. O processo se deu primeiramente, com a escravização dos indígenas, e, logo depois foi substituída pelo os africanos, através do tráfico negreiro. Mesmo após todo esse tempo, ainda se parece ter influência nos dias atuais.
Segundo o levantamento divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OTI) apontam que existem, no mínimo, 20,9 milhões de pessoas escravizadas no mundo, enquanto dados promovido pela ONG estadunidense “Free the Slaves” estima um total de 27 milhões de pessoas que trabalham em condições analógicas à escravidão. As pessoas de classe média baixa, geralmente, não tem informações sobre os seus direitos, sendo assim, os patrões se aproveitam desta situação.
Por fim, com o intuito de resolver tal problema, o governo deve fazer fiscalização para que haja a punição, a fim de coibir essa violação de direitos humanos. A detenção acontece por meio de indenizações, pagamentos de direitos e da punição dos criminosos, que pode incluir pena, sob regime de reclusão.