O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/09/2020

Na era Vargas,foi anexada as leis trabalhistas,as quais promoviam direitos essenciais,como férias e dignidade ao operário.Nesse sentido,comparando a realidade histórica,no momento atual,nota-se deturpações legislativas e perigos ao indivíduo frente ao trabalho forçado e ilegal.Assim,com a notória questão,resulta-se,seguramente,no colóquio sobre o trabalho escravo no Brasil contemporâneo,que se intercala em linhagem discussiva de dois aspectos:leis e social.

Em primeira instância,é essencial pleitear a conformidade entre o âmbito das diretrizes legais e o trabalho análogo a escravidão.Nesse contexto,à luz da Constituição Federal de 1988,é intrínseco o direito do cidadão ao ofício digno contudo tal incumbência não se cumpre ao analisar o atual cenário brasileiro.Nesse viés,é inegável que o Estado tem o dever na mediação do bem-estar social,promovendo acesso de excelência à educação e empregos,todavia analisa-se um sistema educacional falido e problemático, o que fornece azo à desigualdade e vulnerabilização do individuo e ainda um mercado de trabalho, que por vezes,não promove inclusão e redução de mazelas, fatos que beneficiam os exploradores da mão de obra humana.Por conseguinte,com a intensificação de anomias sociais,compreende-se o papel dos três poderes na promoção de direitos de isonomia e na fiscalização e punição de crime,visto que é intolerável a constância do perigo à vida humana.

Em segunda instância,é primordial estabelecer o elo da questão envolvendo a coletividade.Nesse aspecto, vale reiterar o pensamento de Darcy Ribeiro,em que se afirma que o Brasil tem enraizada a desigualdade e o abismo entre classes, circunstância amplamente notória no presente contexto.Nessa linha de raciocínio,é indubitável a marginalização de figuras socias,como os menos favorecidos,os quais estão vulneráveis a falsas promessas de trabalho, ameaças e demais perigos que envolvem o trabalho análogo à escravidão;e tais ocasiões ocorrem principalmente com a fragilização de fiscalização em locais mais isolados, por exemplo fazendas ou industrias,e com os poucos alertas ao trabalhador em perceber o trabalho ilegal disfarçado em sua jornada exploradora.Desse modo,evidencia-se as consequências danosas à boa qualidade de vida e à dignidade do operário,expondo a importância na mudança emergente no contexto atual de óbices.

Com a exposição de argumentos,cabe ao Estado-órgão máximo de poder-deve investir as verbas públicas para incitar a isonomia social,por meio das secretarias do Ministério da educação e da economia,com o objetivo de se cumprir a constituição.Além disso,a Mídia-elemento de persuasão social-deve instruir alertas sociais na percepção e denuncias anonimas de explorações, a partir do apoio de expertos na área,como a PF. assim, será abrandada a mazela e se alcançará a harmonia ,social