O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 16/09/2020
Desde o Iluminismo, movimento do século XVII, a humanidade aprendeu - ou deveria ter aprendido - que uma sociedade só evolui quando há convivência harmônica entre os indivíduos . Desse modo, o trabalho escravo não só avilta contra a dignidade humana mas também a vida em sociedade . Sendo assim, cabe a análise das causas, consequências e possível solução da problemática .
Em primeiro plano, é lícito destacar que a dignidade humana só é possível se existir liberdade, igualdade e fraternidade. Segundo John Locke, existe um contrato social entre indivíduo e Estado que rege a vida em comunidade. Logo, o trabalho escravo quebra tal contrato visto que, ele não permite subjugar o próximo .
Ademais, vale postular a complexidade do convívio social na espécie humana. De acordo com Durkheim, o fato social é a forma coletiva de agir e de pensar . Portanto, a mentalidade escravista enraizada na sociedade contemporânea esmaga as classes menos abastadas com sua visão meritocrática .
Infere-se, portanto, que o trabalho escravo é prejudicial ao cidadão e necessita de mais atenção. Desta forma, cabe ao Governo Federal, instituição garantidora da liberdade, a vigilância eterna das condições de trabalho por meio da contratação de mais fiscais e parcerias com ONG’S . Afim de garantir a convivência harmônica como propusera o iluminismo .