O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 12/09/2020
Conforme a Constituição Federal de 1988, é crime submeter a pessoa a trabalhos escravos ou jornada exaustiva. Infelizmente, tal garantia se difere da realidade, embora há vários indivíduos sendo explorado em função do trabalho na atualidade. Seja pela má qualidade de vida, o índice do trabalho escravo é uma grande problemática que precisa ser revertido no país.
Deve-se destacar, de início, a péssima condições de vida como um dos complicadores do problema. Nessa perspectiva, á máxima de Karl Marx, sociólogo que defendeu a classe dos trabalhadores, afirma que " o trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas meio para satisfazer outras necessidades". Contudo, nota-se, no Brasil que a situação familiar rompe com a lei que incrimina o serviço explorado. Tal fato demonstra-se que as circunstâncias induz o indivíduo a trabalhar em excesso para conseguir tratar da família. O famoso " topa tudo" que inclui também crianças e adolescentes é a forma fácil de trabalhar sem burocracia, assim não importando com o respaldo que o garante como colaborador.
Em virtude disso, há como consequências o aumento do serviço para pouco salário. Haja visto que, historicamente a luta de classes pelo os proletariados, remete em melhorar as condições de vida e o direito de possuir o mesmo que a burguesia. Dessa forma, é inaceitável que em pleno terceiro milênio a má qualidade de vida interfere no trabalho escravo, violando o que é exigido constitucionalmente.
Portanto, ações são indispensáveis para resolver o impasse. O Governo Federal, deve fiscalizar locais com grande proporção de trabalho escravizado e o estado de vida dos subordinados, por meio de uma lei a ser entregue á câmara dos deputados. Nela, constaria a obrigatoriedade de fiscais em locais de atividades distantes, como obras afastadas e campos, e também assistência aos menores de idade em função por necessidade.Espera-se, com essa medida, a redução do trabalho escravo.