O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 03/09/2020
Em 1888, ocorreu a legitimação de uma lei que proibia a escravidão no Brasil, ela é chamada de Lei áurea. No entanto, a exploração de pessoas de forma desumana ainda está presente no Brasil. Isso acontece devido ao Estado não exercer corretamente sua função de proteger os direitos trabalhistas e devido à falta de empatia das pessoas que exploram as outras. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem o trabalho escravo no Brasil contemporâneo.
Primeiramente, é possível afirmar que o Estado falha ao proteger os direitos trabalhistas daqueles que são escravizados, tornando-o um culpado por essa situação. Isso pode ser justificado por uma pesquisa feita pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ), que mostra que, em 2019, foram resgatadas 1.054 pessoas de situações análogas ao trabalho escravo em todo o Brasil. Esses dados não podem ser normalizados, pois eles são inaceitáveis em uma sociedade justa e igual.
Em segundo lugar, as próprias pessoas que promovem e chefiam esse exploração trabalhista são, também, culpadas. Isso acontece devido à falta de empatia, de amor ao próximo e de respeito aos direitos humanos. Essas pessoas precisam ir contra o pensamento de Thomas Hobbes, que acreditava que o homem é inclinado para o mal em seu estado natural. Logo, elas precisam mostrar que é possível mudar e acabar com a escravidão, se tornando indivíduos empáticos e justos.
Conclui-se, portanto, que são necessárias medidas para extinguir a escravidão no Brasil. A ONU ( Organização das Nações Unidas ) organizará e fará palestras por meio das redes sociais com a participação de profissionais especializados em direitos humanos e história do mundo. Essas palestras serão realizadas a fim de mostrar para o maior número de brasileiros o quanto o trabalho escravo foi ruim para a sociedade e para aqueles que foram vítimas dele, promovendo uma conscientização coletiva. Dessa forma, o trabalho escravo não será mais um problema para a sociedade brasileira contemporânea.