O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 25/10/2019

Em meados de 1500, com a chegada dos portugueses, o Brasil sofreu grandes impactos sociais e culturais. Por se tratar de estrangeiros nunca visto antes, os locais (indígenas) receberam-os e criaram relações positivas para ambos. Entretanto, com o passar do tempo, características negativas, como a proliferação de doenças externas, dissiparam-se rapidamente e os contaminaram, o que levou parcela da população a óbito. Análogo a essa premissa, vê-se a indubitável relavância do debate sobre os reaparecimentos de doenças já erradicadas no Brasil.

Inicialmente, é preciso salientar que o Brasil detinha o certificado de país com erradicação do sarampo e da poliomelite. Esse documento, devidamente aplicado, prestigiava o cuidado e a preocupação do governo e da sociedade para com a própria saúde. Em contrapartida, observa-se que ainda existe casos dessas enfermidades, na contemporaneidade, e descasos dos próprios indivíduos. A princípio, os cidadãos vacinam-se em massa -após o “investimento do Médico Oswaldo Cruz”(1905), em determinadas regiões. Entretanto, tais ações, depois de anos, estão em retrocesso. A queda no número de vacinação é causada pela utopia de que a prevenção é maléfica à saúde e a não vacinação de parcela da população.

Decorrente desse pensamento, a Secretaria de Estado e Saúde reforça a ideologia de que é essencial, mesmo que já erradicado, a prevenção dessas calamidades, pois, caso entre em contato com indivíduos contaminados, esse, será imune e protegido. Esse parecer é efetivo em locais que opossuem educação básica -sobre saúde- fortimente aplicado. A Noruega, por exemplo, é o primeor nos Índices de Desenvolvimento Humano do mundo, porquê, além de investir em segurança -solicitação de vacinação para livre transito- preocupa-se com a conscientização da população.

Logo, em virtude dos fatos mencionados, torna-se essencial criar uma ideologia de proteção para retardar o avanço das doenças erradicadas. Desse modo, o Ministério da Educação rente ao da Saúde, envestiram nas escolas públicas e privadas, a construção de ambientes de recepção e auxílio aos indivíduos. Com o intuito de repassar a necessária informação e a vacinação, os profissionais da sáude e da pedagogia, receberam -mensalmente- os alunos e familiares nesses locais para, além de informa, sensibilizar e mobilizá-los em prol da erradicação. Assim, o Estado assistirá os cidadãos e poderá retardar o reaparecimento dessas doenças erradicadas no Brasil.