O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 25/10/2018

Notório e preocupante, é o ressurgimento de doenças que haviam sido erradicadas no país. Enfermidades como: Sarampo, Febre Amarela e Poliomelite, estão afetando a população, urbana e rural. Tal fenômeno aponta a negligência do governo em relação ao desmatamento, avanço descomedido dos perímetro urbanos e o movimento anti-vacina fomentado por fake news.

Dados do Ministério da Saúde, aponta que boa parcela das crianças e, população adulta, não estão se vacinando. Seja pelo calendário periódico  ou pela baixa adesão as campanhas sazonais. Casos de abstenção à vacina é provocado pela falta de conhecimento sobre o risco que tais enfermidades podem apresentar, uma vez que os pais de hoje fazem parte de uma geração que não presenciou índices de mortalidade e, pouco se viu sequelas referente à elas, portanto, julgam não ser de extrema importância, além de adultos que aderem à campanha anti vacinação. Esse grupo acredita que por haver vírus inoculado no composto vacinal entre outros elementos, há a possibilidade de desenvolver doenças distintas. Tal visão errônea, coloca esses e outros indivíduos expostos ao contágio e disseminação.

É válido atribuir à esses dados estatísticos, o avanço de obras urbanas que margeiam ou por vezes desmatam áreas verdes, ameaçando a biota local e contribuindo para o desequilíbrio e deslocamento de espécies. Como observado através do recente surto de febre amarela, em que, espécies de macacos migraram de região. Possibilitando o vetor afetar humanos também.

É necessário que campanhas à favor da imunização, e de caráter informativo, sejam vinculada nas mídias. Estas elaboradas pelo governo, devem abranger adultos omissos e desmistificar os compostos vacinais. Para que seja efetivo, o horário de funcionamento das UBS devem ser estendidos, e os sábados implementados como dia últil. Desse modo é possível imunizar de forma participativa e consciente à todos.