O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 21/10/2019

O Romantismo no Brasil, no século XXI, caracterizou-se pela criação de uma estética nacional, que instigou a ideia de pertencimento à pátria, recém formada. Esse fato mostra que o patriotismo é importante para a formação do cidadão, se manifestado de forma homogênea e sem ufanismo pela população, de modo a corroborar com a manutenção da ordem.

Em primeiro ressalte, o patriotismo está vinculado com o desenvolvimento de uma nação, por exemplo, os Estados Unidos, que incentivaram o sentimento na população por meio do personagem Super-Homem durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, antes de uma nação, os humanos formam uma comunidade global. Por isso, o patriotismo não pode prevalecer sobre a decadência de outros grupos, pois problemas globais exigem respostas globais, argumento melhor explanado por Yuval Noah Harari, no livro 21 Lições para o Século XXI.

Por segundo ressalte, o impacto do patriotismo dentro do país é outra esfera que fortalece a discussão. Sendo assim, o Super-Homem é um exemplo de cidadão ideal seguido pelos americanos. Já no Brasil, temos personagens que geram efeito contrário, por serem reflexos da população, como Jeca-Tatu e Leonardinho Pataca. Entretanto, nenhuma das nações está totalmente correta, pois nos Estados Unidos o patriotismo tornou-se ufanista e aqui, a falta dele compromete a mantimento da ordem.

Diante do exposto, é competência da União incentivar o sentimento na população jovem, por influência da mídia, por meio de discursos que atinjam igualmente todas as classes e não sejam exagerados. Ademais, cabe ao Ministério da Cidadania intervir nas escolas de ensino básico, por meio de cartilhas voltadas para a formação cidadã, trabalhadas em sala de aula por professores. Tudo isso, para que o patriotismo atinja o objetivo dos romancistas, unindo a população em prol do bem comum e da ordem nacional.