O patriotismo em questão no Brasil

Enviada em 18/10/2019

Estabelecida pela Organização das Nações Unidas(ONU), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direto a um padrão de vida adequado. Entretanto, a falta de união da sociedade interfere diretamente na garantia desse direito. Desse ponto de vista, não respeitar opiniões diferentes pode estar impossibilitando que a população tenha, efetivamente, uma qualidade de vida melhor, algo horrível e inaceitável.

Certamente, a educação é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. Hoje em dia, ocupando a oitava maior economia do mundo, conforme o Ministério das Relações Exteriores, seria coerente acreditar que o Brasil possui um população unida, educada e com objetivos nacionais. Apesar disso, na prática, é justamente o oposto, refletindo em brigas, ofensas e crimes por diferentes opiniões. Segundo a Veja, portal de notícias, por diferenças políticas Celso Daniel foi morto. Diante de tal informação, é necessário a criação de um sentimento de nação e não a disputa por poder de diferentes grupos.

Outrossim, pode-se ainda, destacar a ambição por poder e por dinheiro como agravador do números de crimes na política. De acordo Paulo Freire, filósofo brasileiro,“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco muda”. Nesse contexto, caso não ocorra o ensinamento de que ,independentemente de qual partido ou grupo esteja no poder, o importante é o bem de todos, os representantes nunca irão mudar e todos serão prejudicados por falta da educação e respeito a sua nação.

Dessa forma, portanto, é inadiável que se resolva a falta de união da sociedade, necessita-se, urgentemente, que o Governo envie capital que, manuseado pelo Ministério da Educação, seja usado para a criação de campanhas patriotista, por meio de palestras nas escolas com o slogan “O Brasil em primeiro lugar” mostrando como o respeito de diferentes opiniões devem existir e que não há necessidade de agressões ou crimes. Destarte, o Brasil poderia superar os crimes e garantir o direito estipulado pela ONU.