O papel das startups na mobilidade urbana brasileira.
Enviada em 25/03/2020
Mobilidade nas ruas
Quando falamos de mobilidade, um dos principais problemas é o sistema de transporte público como ônibus, metrô e trem. Esses três meios se conectam ao longo da cidade para facilitar a opção coletiva de transporte. Deve existir inteligência na conectividade para que o sistema seja efetivo e toda a população da cidade tenha acesso. Corredores exclusivos para ônibus - onde também podem circular os táxis oficiais -, ciclofaixa para ciclistas, regras de velocidade, semáforos sincronizados… tudo isso é parte do algoritmo para que o sistema de transporte coletivo seja mais rápido que a opção de carro individual.
Mas nem sempre o transporte coletivo tradicional nos ajuda a resolver questões de mobilidade quando enfrentamos problemas com a escassez de combustível ou frotas reduzidas, como aconteceu recentemente no Brasil. Caronas e bikes elétricas são ótimas alternativas (também) em momentos assim.
O governo não pode e nem deve ser o único responsável para resolver uma questão que envolve toda a população. As startups estão aí para isso - nos ajudar a criar melhorias e resolver problemas que, usualmente, levariam muito tempo para serem resolvidos. Dentro do tema “mobilidade”, as startups estão mudando a forma como nos movemos na cidade. (Dando um passo atrás para quem ainda não está habituado com o termo, as startups são empresas privadas que ainda estão testando o mercado, aperfeiçoando seus produtos e atendem uma demanda específica com foco absoluto em resolver os problemas à que se propõem).