O papel da mulher no futebol
Enviada em 09/09/2020
O filme “Ela é o Cara”, conta a história de uma menina que se passa pelo seu irmão gêmeo para conseguir jogar futebol e fazer o time da faculdade em que eles estudavam fossem campeão sem que fosse rejeitada por se mulher. Saindo do campo da ficção,fica inquestionável em todo mundo a participação feminina no futebol. No entanto, a descriminação da participação feminina e o pouco incentivo das mulheres no cenário futebolístico são consequências de uma sociedade extremamente patriarcal.
Em primeiro plano, é preciso entender que inúmeras são as causas que podem desencadear esse problema. A sociedade machista em que vivemos nos leva à pensar que os homens são superiores as mulheres. Além disso, o baixo incentivo e o pouco investimento nas escolinhas de futebol feminino colabora para que a desigualdade entre meninas e meninos aumente em uma progressão geométrica, diminuindo a participação delas no futebol.
Outrossim, o artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos, mas não é isso que ocorre no mundo do futebol, já que as jogadoras não recebem o devido salário, não tem o marketing merecido, não é feito a transmissão de seus jogos em rede de televisão aberta e são criticada por não ganhar títulos importantes pela camisa da seleção brasileira.
Diante do exposto, são necessárias medidas que revertam esse panorama na sociedade brasileira. Por anto é papel do Governo Federal, por meio, do Ministério da Cidadania, aumentando investimento e criando leis que obrigam os times brasileiros a ter categoria de base de futebol feminino. O repasse seria feito para as prefeituras para elas fazerem o investimento local e para fiscalizar os times brasileiros deve ser feito uma parceria com Confederação de Futebol Brasileira, CBF. Assim será possível alterar esse cenário que perpetua no futebol brasileiro e cumprindo o artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos.