O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 20/10/2021
A Declaração Universal Dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos o direito à educação e bem-estar na sociedade. Entretanto, a violência tem se agravado e assumido formas de expressão nas escolas, como o bullying, agravando a educação e o convívio social.
Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a violência nas escolas. Diante dessa perspectiva, professores e alunos sofrem perigo, desde ato físico ao piscológico, diminuindo a produtividade e interesse em até 72%, de acordo com G1, o que aumenta o índice de abandono dos estudos ainda no ensino fundamental. Nesse sentido, essa declaração, segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre seu dever de garatir aos cidadãos direitos indispensáveis, como a educação e segurança, o que é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de psicológos nas escolas como impulsionador da falta de tratamento e identificação de transtornos mentais no Brasil. Diante tal exposto, não há o tratamento e busca da causa para alunos que cometem os atos de violência e bullying, podendo levar para toda vida, causando problemas futuros na sua vida pessoal e carreira. Logo, é inadimissível que esse cenário continue.
Contudo, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação, proponha acompanhamento de psicólogos nas escolas brasileiras, para alunos e professores, com o fim de diminuir a violência com um método seguro e científico, o qual é estudado pelos profissionais da área. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.