O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 17/06/2021

A escola sofística representa a crescente busca por uma educação melhor na Grécia Antiga, o que fez surgir uma classe de mestres conhecida por “Sofistas”. Essa demanda educacional era devida à procura de um conhecimento genuíno. Na conjuntura hordiena, existem diversos empecilhos quando trata-se do âmbito escolar, entre eles, o mau comportamento e a agressividade crescente dos alunos, fazendo com que seja necessário que exista meios para combater a temática.

Primordialmente, segundo o autor Eduardo de Paula, “A agressividade é uma tentativa de esconder as vulnerabilidades”. Nesse sentido, é de fácil percepção que o aluno torna-se violento quando passa por frustações em sua vida, acarretando o comportamento ruim. Frente a isso, ao analisar profundamente as causas do problema, verifica-se a ausência de acompanhamento psicológico, característica de uma sociedade retrógrada onde desacredita na importância desse ato e também de um Estado que descumpre sua maior função: amparar seus cidadãos. Assim, o crescimento da agressividade dos alunos dá a impressão de ser totalmente ignorado.

Em segundo plano, de acordo com o G1, o Brasil é o país com mais episódios de violência contra os professores na atualidade, evidenciando-se o crescimento da existência de estudantes agressivos no ambiente escolar. Ainda na narrativa, ao aumento desse obstáculo demonstra o descompromisso e o silenciamento estatal diante de alunos problemáticos. Segundo a “Atitude Blasé”, termo proposto pelo sociólogo Simmel, ocorre quando o indivíduo passa a agir com indiferença meio às situações que ele deveria dar atenção. Sob essa ótica, entende-se que o cidadão inclina a adotar essa “Atitude” com o aumento do mau comportamento e agressividade dos alunos nas escolas.

Portanto, é vista a importância de retroceder o quadro atual. É mister que o Ministério da Saúde destine verbas com o propósito de contratação de psicólogos nas escolas brasileiras, a fim de reverter a supremacia da agressividade estudantil que impera. Paralelamente, é preciso intervir sobre a naturalização presente na temática por meio das OSCIPs, com a função de promover serviços sociais levando clarificação aos alunos acerca dessa temática.