O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 07/07/2020
Na atual realidade brasileira caracterizadora da sociedade moderna, uma problemática converge atenções: o mau comportamento de alunos no ambiente escolar. Nesse sentido, a ineficiência das escolas brasileiras, assim como, a pouca participação da família na formação dos jovens, relacionam-se com acrescente indisciplina dos alunos no ambiente escolar.
È importante, a princípio, compreender como a ineficiência das instituições educacionais relaciona-se com o mau comportamento dos estudantes. Segundo o sociólogo Darcy Ribeiro em seu livro " nossa escola é uma calamidade", no Brasil, os investimentos em educação são insuficientes , o que afeta a eficiência das escolas públicas. Nesse perspectiva, muitas instituições de ensino brasileiras, carecem de recursos, portanto não têm estrutura adequada para atender os alunos, já que, diversos colégios não gozam de um quadro de profissionais capacitados para atender os estudantes, propiciando o mau comportamento dos jovens. Desse modo, faz-se necessário uma maior investimento nas escolas públicas brasileiras.
Em segunda análise, cabe retratar a pouca participação familiar na formação dos estudantes. De acordo com a socióloga Tânia Zagury, no Brasil contemporâneo, muitos pais têm ideias muito liberais e afastam-se da vida dos filhos, deixando-os com uma liberdade excessiva e pouco aconselhamento. Sob essa óptica, diversos jovens não têm um bom acompanhamento familiar para orienta-lo e corrigi-lo, o que corrobora a indisciplina, já que, esses adolescentes estão propensos a desenvolver ideais de que podem fazer o que quiserem, resultando, em alguns casos, na ocorrência de maus comportamentos no ambiente escolar. Dessa forma, é essencial a participação dos pais no combate a indisciplina nas escolas.
Em virtude dos fatos mencionados, verifica-se a importância de combater o mau comportamento no ambiente escolar. À vista disso, o Governo deve investir nas escolas do Brasil , por meio do redirecionamento de verbas públicas, favorecendo a educação, para que as instituições de ensino público brasileiras possa ter um quadro de funcionários capacitados de assistir aos alunos. Além disso, as escolas devem incentivar a participação dos pais na formação dos jovens, por intermédio de eventos que ampliem o contato entre a escola e a família como palestras, rodas de conversas e reuniões com participação de pais, alunos e professores, a fim de expandir o acompanhamento dos jovens estudantes para melhor aconselha-los, diminuindo, então, o mau comportamento no ambiente escolar.