O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 12/05/2020
No Brasil, a palmatória foi introduzida pelos jesuítas para disciplinar os indígenas resistentes à aculturação. Entretanto, apesar da estratégia ser extingua na década de 80, resquícios dessa prática podem ser vista na sociedade atual.Prova disso, foram criados vários tipos de punições para os estudantes que não seguissem as regras escolares, mas infelizmente essa medida foi ineficaz, pois a inexatidão do órgão família na educação desses alunos e a ausência de aulas interativas corroboram para a crescente agressividade entre alunos e ministrantes.
Em primeira análise, é bastante comum na atualidade, a imagem da família está sempre despreocupada com a educação de seus filhos, por conjecturar que é papel da escola e muitas vezes culpa-la pelo mau comportamento deles, que consequentemente foi adquirido naquele ambiente. Segundo Kant, filósofo alemão, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Diante disso, nota-se o quanto o papel da educação tanto familiar como escolar são necessárias para a formação de crianças e adolescentes.
Em segunda análise, a nação brasileira tem passado por um extenso momento de evasão escolar, em razão da ausência de aulas interativas e atrativas. De acordo com o Censo Escolar de 2018, aproximadamente 2 milhões de jovens abandonaram a escola por falta de incentivo de seus genitores, mas também pela falta de algo que lhe fizesse permanecer no ambiente escolar. Dessa forma, milhares de crianças e adolescente entram na vida do crime mas cedo e optam por trabalhos árduos e mal remunerados, colaborando para alta taxa de desanalfabetização do país.
Em suma, é papel das instituições de ensino em conjunto com os pais, a adoção de palestras para mostrar a importância do papel da família na educação dos alunos, com o intuito de conscientiza-los que a educação “vem de casa”. Outrossim, é necessário que o Ministério da Educação junto com as escolas recorra a novas medidas de punições mais severas e educativas, para que o protagonista repense antes de refazê-las.