O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 12/05/2020
Segundo o educador, pedagogista e filósofo brasileiro Paulo Freire, ‘‘Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda’’. Sendo assim, a falta de disciplina e a agressividade existente no ambiente escolar precisa de intervenções externas, tanto da parte pedagógica, quanto da familiar.
Primeiramente, é de responsabilidade da instituição de ensino observar se existem episódios de racismo e preconceito por gênero e religião, além das pequenas agressões físicas e furtos que acabam passando despercebidas no dia a dia, assim como o isolamento social e a intimidação. Esse acompanhamento se faz necessário para auxiliar na punição, que deve fugir da tradicional suspensão e se adaptar aos serviços auxiliares, como por exemplo: Colocar o aluno para arrumar os livros da biblioteca ou auxiliar algum professor. Medidas como essas ajudam a reflexão do estudante para que ele repense seus atos e mude o comportamento.
Segundamente, a agressividade de algum aluno pode ser reflexo do seu convívio familiar, no qual ele acaba descontando toda sua insatisfação nos seus colegas de turma ou até mesmo no professor, e consequentemente se prejudica no âmbito pedagógico. No entanto, a família deve ser contatada pela instituição de ensino, com o propósito de entender a situação ocorrente e ambas se ajudarem para eliminar as atitudes agressivas do aluno e melhorar seu rendimento.
Dessarte, cabe aos pais ou responsáveis identificar tais comportamentos e posturas inadequadas do aluno, com a ajuda da comunidade escolar para buscar soluções, por meio de conversas, acompanhamento psicológico e atividades interpessoais construtivas. A fim de que o aluno corrija seus atos, atitudes e reconheça seus erros passados para não repetir-los.