O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 26/08/2020
O filme WALL·E se passa no ano de 2805. Desistindo de restaurar o ecossistema, a BnL evacuou a Terra, levando a população a viver no espaço em uma nave estelar chamada Axiom, totalmente automatizada, deixando no planeta apenas um exército de robôs compactadores de lixo chamados “WALL·E” para limpeza durante um período de cinco anos. Entretanto, no ano de 2110, o ar da Terra se tornou muito tóxico para suportar a vida, forçando a humanidade a permanecer no espaço indefinidamente.
De acordo com o site: comida invisível, cada brasileiro produz, em média, 1,1 kg de lixo por dia. Apenas 60% vai para um destino correto, sendo o restante, que corresponde a quase 24 milhões de toneladas - equivalente a 168 estádios do Maracanã lotados - tem destino inadequado.
Sabe-se que somos o quinto maior país na produção de resíduos sólidos urbanos. O que nos traz em mente o descarte de resíduos em áreas ambientalmente inadequadas provoca consequências socioambientais, que afetam a qualidade do meio ambiente e a saúde da população.
Além disso, os lixões ainda são um imenso problema, pois, acabam com o solo e atravessam o lençol freático e cria bactérias causadoras de doenças, principalmente em pessoas que ganham suas vidas recolhendo e catando esses materiais.
Consequentemente, ONGs e o Ministério do meio ambiente, devem fazer campanhas provocando um “avanço” para que, a população faça de forma coerente a separação dos lixos. A conscientização de todos também se torna inclusa para que esse avanço dê certo. É importante realçar que essas ONGs ajudem as famílias carentes desse serviço para sobreviver, pois, com essas campanhas, os lixões devem acabar. A reciclagem que por muitos é conhecida, pode-se ser implantada nesses projetos juntamente com o apoio de toda sociedade.