O lixo e a sociedade de consumo no Brasil
Enviada em 25/08/2020
É sabido que o processo de industrialização iniciou no século XIX, onde ocorreu a implementação de fábricas, empresas e o aumento da produtividade. O que atingiu principalmente ao consumidor, que sofre subordinações diante de uma grande variedades de produtos, o que leva ao consumismo desacerbado e de forma desnecessária.
No mínimo 52,8% dos resíduos são depositados de forma inadequada uma vez que aterros controlados não são a forma mais segura de depósito final e sua fragilidade expõe facilmente os mesmos problemas dos lixões. Grande parte desse lixo contamina o solo, e as vezes acabam sendo resquícios para a proliferação de doenças, o Meio ambiente e a ecologia são assuntos normalmente incômodos para líderes governamentais, pois colocam em evidência a difícil relação entre a sociedade de consumo e a natureza.
Ademais os equipamentos tecnológicos, que poderiam durar anos passam a ser descartados em tempos curtíssimos e de modo irregular, acelerando a geração de lixo. O uso desenfreado do plástico é outro problema, pois seu longo período de vida faz com que os danos à natureza sejam agravados. Pressionados por defensores do meio ambiente, órgãos do governo criam, às vezes, medidas isoladas, como a que proibiu a distribuição de sacolinhas plásticas em supermercados e outros pontos comerciais.
Portanto, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente, tome medidas mais eficiente para o descarte do lixo, evitando assim a propagação de doenças e a contaminação do solo, preservando a natureza e a população. Também é de responsabilidade do Governo, contratar os trabalhos da coleta seletiva para que haja reaproveitamento de diversos materiais, e assim, incentivar as crianças a separar o lixo dentro de casa, induzindo ao uso consciente.