O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 25/10/2017
Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente, só em território brasileiro, 5 milhões de nativos. Entretanto, com o passar do tempo essa população sofreu um declínio significativo e de acordo com os dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possuía nesse ano cerca de 897 mil indígenas. Assim, o governo deve atentar-se as diversas formas de atrocidades acometidas aos indígenas, atualmente, uma vez que elas contribuem para extirpar ainda mais essa etnia.
Em primeiro plano, sabe-se que as nações indígenas estão sob constante ameaça, tendo sua terra cobiçada pelo grande capital. Em 2013, a Revista Carta Capital teve como título de uma das suas reportagem: “A ofensiva do agronegócio sobre as terras indígenas” confirmando essa ambição de certos empresários. No Presente, o cenário não é diferente, pois garimpeiros, fazendeiros e madeireiros persistem em invadir a Floresta dos kaiapós, no Pará, ferindo os direitos dessa tribo assegurados pela Constituição de 1998 e insinuando com esse ato um racismo ambiental.
Por outro ângulo, a violência contra o índio não é algo recente no território nacional No Brasil pré colonial, a aculturação indígena realizada pelos jesuítas foi uma forma de agredir a cultura indígena. Já na época dos anos de chumbo no Brasil 8 mil índios dentre crianças e adultos foram dizimados no território nacional. Tristemente, mulheres indígenas são estupradas, índios são queimados e comunidades são destruídas, nos dias atuais e consequentemente exterminam ainda mais a civilização nativa do Brasil que deveria ser assegurada conforme a constituição de 1998.
Conclui-se, então, que o combate a depreciação indígena é de sumo valor pois assegura os direitos de cidadania e, por conseguinte, o bem estar dessa etnia.Para isso, é preciso que os órgãos especializados a demarcações de terras realizem essa tarefa dando assim a cada tribo o direito de posse das terras. Além disso, o judiciário deve punir legalmente os agressores para que essa onda de violência não se alastre ainda mais.