O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 02/09/2017

“Sem Lei, sem fé e sem Rei”, assim era a descrição portuguesa sobre os indígenas ao chegarem na América, em 1500. Na modernidade, a herança desse pensamento reflete na sociedade e na vida dos índios, que enfrentam desafios de sobrevivência no Brasil.

Mormente, os portugueses não acreditavam na religiosidade das tribos e, como a igreja católica precisava de fies, os jesuítas foram enviados para fazerem a catequização. Com isso, a perca de identidade do índio facilitou, pois, por exemplo, a cerca de 1500 idioma registrados no passado, aproximadamente 270 permaneceram. Atualmente, ainda existe a evangelização indígena feita por pastores, promovendo o agravamento de danos à cultura desses povos.

É preciso destacar também, as formas de violências sofridas pelas tribos não mudaram tanto após 500 anos de história. Antigamente, suas terras eram ocupadas pelos Europeus, hoje, são invadidas por fazendeiros e mineradores, quais se aproveitam da má demarcação de terra feita pelo Estado, violentando comunidades de índios, chegando a matar e estuprar. Logo, há a necessidade de crimes terríveis como esses serem impedidos.  Faz-se necessária, portanto, a mudança no cenário decorrente. A maior atuação do Estado em prol dessas comunidades é importante. A curto prazo, o exército brasileiro precisa ser acionado para a defesa das terras indígenas que sofrem maiores ameaçadas. A longo prazo, o povo deve pressionar seus representantes a tomar medidas que priorize o índio, demarcando suas terras com mais agilidade e criando leis que garantam sua posse e proteção, sendo papel da mídia divulgá-las.