O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 16/08/2017

Desde os processos denominados “revolução industrial” e a ascensão do capitalismo, o mundo vem demasiadamente priorizando produtos e mercados em detrimento de valores humanos essenciais. Nesse sentido, quando se observa a questão do índio no Brasil em pleno século XXI, percebe-se que esse ideal é verificado na teoria e não na prática. Muitos importantes passos já foram dados na tentativa de reverter esse quadro. Entretanto, para que seja conquistada uma convivência realmente democrática, hão de serem analisadas as verdadeiras causas desse mal a fim de resolver esta problemática.

De acordo com Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro - as terras indígenas  são inalienáveis, e o direito sobre elas é imprescritível. No entanto, quando se observa a questão do índio no Brasil atualmente podemos  notar que estás medidas não saíram do papel, tendo em vista que as empresas estão casa vez mais ansiosas para poderem explorarem seus lares. A nossa família indígena é composta aproximadamente por 305 etnias com 274 idiomas e 505 terras em diversas regiões do nosso Estado, números esses que nos mostram a importância de preservamos está rica cultura. Ademais esses nativos passam por atrocidades diariamente sem qualquer ajuda de seus representantes,  para defende-los. A sociedade brasileira não reconhece os primeiros povos dessa terra, e muitas das vezes cometem crueldades para com eles, invadindo suas casas e maltratando suas famílias, simplesmente para buscar recursos naturais, como o minério ,as pedras preciosas e as madeiras de grandes valia para as indústrias. Presentemente aguardam marcações 654 terras e outras 348  nem foram iniciados no processo.

Convém, portanto, quem primordialmente, a sociedade civil organizada exija do Estado, por meio de protestos, a observância da questão indígena no país. Desse modo, cabe ao Ministério da Justiça a liberação para marcação destas terras assim como a continuidade nos processos em andamento . Paralelamente, ONGs devem corroborar esse processo a partir da atuação em comunidades, escolas  com o fito de distribuir cartilhas que informem acerca das alternativas de denúncia dessas desumanas práticas com estes povos, além de sensibilizar a pátria para a luta em prol da diversificatividade .Só assim, o país tornar-se-á mais plural e justo.