O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 25/08/2020
No transcorrer do século XXI, é importante atentar quanto a visão dos brasileiros em relação a representatividade do índio no Brasil. Nessa perspectiva, apesar de o sistema contar com políticas que visam minimizar os entraves deles socialmente, ainda existe uma fragilidade quando a proteção de áreas, além da falta de acesso à cultura e educação. Dessa forma, é mister que o assunto ganhe maior visibilidade no âmbito social, bem como ampliação pelo eixo governamental, atuando de forma efetiva em prol dessa situação. Em primeira análise, Aristóteles afirma que a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Em contrapartida, o Brasil, apesar de contar com o estatuto do índio, o qual visa, sobretudo, proteger a cultura desses povos, ainda enfrenta instabilidade na proteção dos indígenas, por falta de aplicabilidade dessas leis. Em destaque, um dos principais impasses que a população indígena enfrenta ainda é a disputa do mesmo espaço que a economia brasileira ainda muito utiliza. A exemplo disso, o atual governo do país decidiu liberar uma área ecológicamente protegida na Amazônia para exploração, que por sua vez, conta com uma grande população de índios, demonstrando a fragilidade de tal situação. É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Para tanto, o Ministério da Educação pode atuar diretamente nas escolas com o objetivo de ampliar e aprofundar as discussões acerca do tema. Isso deve acontecer por meio de palestras com abordagens históricas e literárias, seminários feito pelos alunos e incentivo a leitura sobre a problemática de forma a promover cidadãos críticos. Para resolver esses problemas, a violência e a exploração das reservas, onde a FUNAI o órgão protetores dos indígenas e IBAMA o órgão protetor do meio ambiente e dos recurso naturais, prevaleçam a segurança e a preservação das reservas e do índios, por meio de divagação imediata de propagandas televisionadas, palestras educativas na ruas e nas escolas e outros meios de comunicação, promovendo então uma convivência justa.