O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 27/08/2020

A Teoria Malthusiana, de Thomas Malthus, do ano de 1798, defendia que a população crescia em um ritmo maior que a produção de alimentos, desse modo resultaria na fome e na miséria. Embora, nos dias atuais, a indústria produza mais comida do que a população consome, ela é ultraprocessada, o que causa problemas de saúde como obesidade e também a perda da identidade cultural nos alimentos, porque a globalização e o modo de vida contemporâneo contribuem para isso, logo é necessário que esse tipo de alimentação mude para a melhor saúde e cultura da população.

A globalização é o processo mundial que acontece no século XXI de aproximação socioeconômica e cultural, desse modo indústrias alimentícias também atuam globalmente. Dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telêfonico 2011 apontam que 80% dos brasileiros consomem refrigerantes ou sucos artificiais, pelo menos, um dia na semana.

Além disso, a vida moderna é acelerada requisitando cada vez mais refeições com alimentos rápidos para consumo mesmo que sejam altamente calóricos e prejudiciais a saúde. Um exemplo disso é o McDonalds que foi explorado na documentário Super Size Me, de 2004, de Morgan Spurlock, que após 30 dias comendo somente fast-food, engordou 11 quilos, aumentou o colesterol, alterou seu humor, ganhou disfunção sexual e acúmulo de gordura no fígado.

Portanto, precisa-se que essa nutrição mude. O Ministério da Saúde deve incentir as pessoas a comerem comidas da cultura brasileira a fim de não perder a identidade cultural. Além disso, as empresas hão de buscar a melhor qualidade de seus alimentos para conservar a saúde dos indivíduos. Dessa forma, a saúde e a cultura se conservarão e melhorarão.