O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 27/08/2020
Consoante a teoria de Thomas Malthus, economista britânico, que se fundamentava ao pensamento de que, a produção de alimentos não seria suficiente para a população, que encontrava-se em crescimento. Todavia, no século XVIII essa teoria foi desmentida com o advento da revolução industrial, foi através dela, que os alimentos ultraprocessados passaram a fazer parte do cotidiano da sociedade devido ao baixo custo e a praticidade. No entanto, trouxe em vão doenças crônicas à sociedade. Nesse cenário, deve-se aferir a divulgação intensa e a facilidade de se obter e ingerir esses alimentos.
Consoante aos filósofos Adorno e Horkheimer, “a industria cultural opera os meios de comunicação de massa para dissipar padrões de consumo que estabelecem uma falsa sensação de felicidade e prazer”. Nesse viés, produtos ricos em açúcares, sais e gorduras, com as propagandas das mídias de alto alcance, alavancou a sua visibilidade. Tornado assim, os alimentos ultraprocessados opção viáveis, visto que são facilmente encontrados e possuem um prazo de validade extenso.
Em conformidade com a ideia de liquidez, do sociólogo polonês Z. Bauman, o tempo que vivi-se é o da liquidez dos vínculos sociais, econômicos e pessoais os quais o indivíduo aflige-se exclusivamente em soluções práticas. Contesta-se ao observar o corpo social que, a fim de otimizar seu tempo, se alimenta com ultraprocessados diariamente, os quais são prejudiciais em altas quantidades. Em consequência: diabetes, hipertensão e em alguns casos mais agudos o câncer. caracteriza este problema como um empecilho à estabilização de uma solução.
Portanto, faz-se incontestável soluções para reduzir o consumo de produtos ultraprocessados na esfera social. Logo, cabe ao Ministério da Saúde proporcionar palestras em praças públicas, ministradas por nutricionistas, a fim de conscientizar a população sobre os malefícios que os ultraprocessados podem causar, além de, promover atendimentos com profissionais nutrólogos e educadores físcos. Cabe também, ao Poder Legislativo densevolver um projeto de lei, com finalidade de diminuir os aditivos químicos, por meio de fiscais. Dessa maneira todos se alimentam de forma consciente.