O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 27/08/2020
Immanuel Kant diz: ‘‘O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele’’. De maneira análoga à frase do filósofo prussiano, é notório que há uma falta de disciplina alimentar e um excessivo uso de alimentos geneticamente modificados por parte do consumidor brasileiro, trazendo assim consequências negativas para o usuário. Dentre tantos aspectos destacam-se o surgimento de problemas atrelados a alimentação e a perda da identidade gastronômica nacional.
Cabe mencionar que uma pesquisa feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 12% dos brasileiros compreendem os riscos de uma alimentação ruim, isso está ligado também à influência causada pelo estilo de consumo imposto pela globalização e pela sensação de imediatismo que as companhias de entregas de alimentos oferecem. Diante disso, vale mencionar que há uma falta de educação alimentícia gerando efeitos colaterais em quem consome de maneira demasiada esses tipos de alimentos ultra-processados, sendo desde pressão alta ou até mesmo a morte, sendo essa última uma das mais corriqueiras no mundo e no Brasil.
Análogo à essa problemática, vale ressaltar que há uma perda da identidade na culinária nacional uma vez que, existe uma crescente demanda de ‘‘deliverys’’ e uma valorização demasiada para esse tipo de mercado. Perante isso, há um cultuamento daquilo que faz mal em detrimento de toda uma uma construção histórica do país.
Logo, é necessário que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) junto com o Poder Legislativo e o Poder Judiciário criem leis, medidas e campanhas que visem alertar o povo brasileiro sobre os malefícios de alimentos demasiadamente e geneticamente modificados, além disso, devem visar também os adolescentes, pois esse é o grupo que mais se utiliza e sofre as consequências desse tipo de gastronomia equivocada; fazendo com que a máxima Kantiana fique mais próxima da nossa realidade de maneira positiva