O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 21/08/2020
As grandes navegações, foi um período dos europeus se encaminharem para a Ásia em busca de especiarias, ao tê-los conseguia aumentar a conservação da carne. À medida do desenvolvimento da tecnologia e da ciência, é possível conservar alimentos por anos. Entretanto, ao decorrer do tempo a indústria alimentícia causou problemas e consequências por viciar as pessoas com alimentos calóricos e a escassez da divulgação de comidas saudáveis.
Em primeira análise, com a descoberta de Mendel, famoso com o experimentos com a ervilha, conhecido como “O pai da genética”. Foi alcançado o conhecimento para modificar o DNA de alimentos para obter prazos de validades mais duradouros, tornar mais saboroso e semi-prontos. Assim, houve a contaminação do vício em produtos industrializado que são práticos e demanda menos tempo de preparação, ocasionando a obesidade e doenças crônicas na população.
Além disso, o pesquisador Carlos Monteiro informou que apenas 3,3% das publicidades da televisão foram de alimentos saudáveis, enquanto superiormente é de alimentos não saudáveis. Nessa perspectiva, constata-se a ausência a publicação do incentivo para a mudança de hábito, e também a prevenção do risco à saúde. Desse modo, a sociedade não possui consciência dos malefícios dos alimentos ultraprocessados, assim, replete para a obesidade infantil.
Portanto, é notório que o impacto dos ultraprocessados articulam-se na atração que um produto mais saboroso, prático, duradouro proporciona e prejudicial proporciona mais que o natural, e a falta da educação alimentar causa. Dessa maneira, por intermédio do Ministério da Saúde e do Estado é necessário criar campanhas e propagandas para a conscientização para a importância de escolher refeições orgânicas para a saúde e o futuro da nova geração. Por meio da televisão e internet, sejam divulgados medidas para prevenção de doenças e obesidade. Com efeito de diminuir os impactos dos ultraprocessados.