O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 23/08/2020
Não distante da realidade dos brasileiros, o conto infantil “Branca de Neve e Os 7 Anões” a Branca de Neve morre após comer uma maçã envenenada, isso pode ser levado para o atual cenário brasileiro, onde os alimentos estão cada vez com mais agrotóxicos e substâncias sintetizantes, que podem levar a intoxicação, diabetes, obesidade e até mesmo a morte das pessoas. Essa atitude da população ocorre cada vez mais devida aos preços mais acessíveis, praticidade que esses produtos oferecem, além do sabor que conquista a população ao redor do mundo. Dado contexto, faz-se necessário reduzir os impactos negativos causados por alimentos ultraprocessados, de baixo valor nutricional no padrão alimentar brasileiro.
Vale citar que segundo a ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) as alterações que são feita no alimento desfavorecem a sua composição e elevam a quantidade de elementos prejudiciais a saúde, como o sódio e o sal. Além disso, as pessoas se tornam extremamente dependente desse tipo de alimentação o que está ocasionando a diminuição da alimentação básica e nutritiva, fornecida pelo arroz e feijão, que são extremamente importantes para os brasileiros. Visto isso, é necessário evitar esse tipo de comida ultraprocessada no organismo, uma vez que deva ser fornecido o que ele realmente precisa.
Com base no dito anteriormente, um dos motivos desse problema seja pelo fato da comodidade e praticidade ao se comprar alimentos industrializados prontos, do que realmente preparar a comida. No entanto, essa praticidade é na realidade, a perda da qualidade de vida, em que a população sem educação nutricional realmente acredita estar “ganhando tempo”. E de acordo com o filósofo Lao-Tsé “Se deres um peixe a um homem faminto, vais alimentá-lo por um dia. Se o ensinares a pescar, vais alimentá-lo a vida toda”, sendo assim, torna-se indispensável instruir a população sobre os impactos dos ultraprocessados, além de ensiná-los uma alimentação saudável e natural.
Conclui-se que medidas são necessárias para resolver esse impasse. Portanto cabe ao Ministério da Agricultura estimular as produções de pequeno e médio porte, por meio de benefícios fiscais, tornando os preços mais acessíveis para os consumidores. Cabe também o Ministério da Educação criar um projeto com palestras e atividades, para crianças e adolescentes, com a participação de nutricionistas com o objetivo de ensinar a importância de uma alimentação saudável, utilizando dados e pesquisas. Para que assim, a Branca de Neve não passe de um conto infantil, e seja introduzido alimentos mais nutritivos e saudáveis na mesa dos brasileiros, minimizando assim o índice de obesidade no Brasil.