O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 21/08/2020

No livro “Nutrição comportamental”, da editora “Manole”, é retratado os hábitos alimentares das pessoas a partir de um estudo sobre seus comportamentos do dia a dia. Logo, o que se observa na realidade atual é justamente o que o autor prega, uma vez que o impacto dos ultraprocessados na vida dos brasileiros apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização de uma vida saudável. Esse cenário adepto é fruto tanto da falta de tempo do trabalhador, quanto da péssima educação alimentar dada ao ser humano desde pequeno. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos alimentares, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a alta taxa de consumo dos ultraprocessados deriva da baixa incentivação por parte dos pais ao influenciar seus filhos para comer alimentos realmente saudáveis ou até mesmo comprar e consumir os mesmos alimentos que fazem mal a saúde, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.        Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) nos EUA a maior parte da população consome alimentos que excedem os níveis “adequados” de açúcar,sal ou gorduras ruins, fazendo com que a taxa de doenças cardiovasculares ultrapasse os 45%, e segundo alguns especialistas com o consumo em massa dos ultraprocessados falta pouco para que o Brasil alcance essa mesma taxa.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o consumo excessivo desses alimentos ruins, necessita-se, urgentemente, que a população brasileira direcione seus hábitos alimentares, assim o resultado será revertido em uma diminuição efetiva dessa taxa de doenças cardiovasculares, através de uma reeducação alimentar por parte dos pais e até mesmo projetos sociais que no atual cenário de pandemia podem aconselhar melhores maneiras de melhorar  maus hábitos alimentares. Logo vamos obter uma diminuição na produção dos ultraprocessados.