O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 13/10/2019
Atualmente pôde-se observar uma rápida transição nutricional na alimentação brasileira, além de mudanças importantes no padrão de saúde,em síntese o excesso de peso e consequente resistência à insulina são fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DNTs). Vários padrões alimentares estão associados ao excesso de peso, como ingestão de alimentos ricos em gordura e energia, e dietas com alta carga glicêmica.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS),as doenças crônicas não transmissíveis(DCNT)são responsáveis por 68% das 56 milhões de mortes em todo o mundo no ano de 2012, sendo que mais de 40% foram mortes de indivíduos com menos de 70 anos de idade.A alimentação pouco saudável e a falta de atividade física, além do álcool e fumo, são as principais causas das DCTN e contribuem para o atual cenário mundial de grande prevalência dessas doenças e suas complicações.
É inegável o fato de que, na sociedade brasileira da atualidade se tem um grande problema de alimentação,com tamanho acesso e agilidade que se tem em relação aos tipos de alimentos denominados por fast food,acabou trazendo muitas pessoas acima do peso.
Devido ao alto consumo de tais alimentos e a baixa produtividade da população acaba levando ao sobrepeso,devido à isso atitudes como uma divulgação de dados em mídias sociais, por parte do Ministério da Saúde, incentivando os consumidores a analisar os rótulos das embalagens. Assim também, poderá relatar quais os riscos de doenças, caso o consumo desses produtos seja algo do cotidiano. Além de que, nestas mesmas divulgações,deverá conter incentivos a prática da atividade física para combater o comodismo.