O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 13/10/2019
A praticidade vem cada vez mais tomando lugar na vida do brasileiro. Na área da alimentação, temos preferências por alimentos baratos e fáceis de serem preparados, por exemplo, os congelados, como lasanhas e pratos montados. Estes alimentos são os ultraprocessados.
Em princípio, é necessário saber que estes alimentos possuem altas quantidades de sal, açúcar, texturizantes e conservantes, com a finalidade de aumentar a conservação deste, e torna-lo mais atrativo para o possível consumidor. O uso em excesso dessas substâncias nos alimentos diminui a presença de nutrientes, minerais e fibras, tornando-os bem menos saudáveis, porém preferíveis, pela praticidade que nos fornecem, já que a maioria pode ser levado ao micro-ondas e ser preparado em seis à onze minutos.
Outrossim, os alimentos ultraprocessados oferecem um grande risco de doenças como diabetes, colesterol alto, câncer e hipertensão, devido a grande quantidade de conservantes. Uma pesquisa realizada durante cinco anos pelo Centro de Pesquisa Estatística e Epidemiológica, em Paris, mostrou que o risco de câncer aumentou em 12% em pessoas que expandiram em 10% o consumo de ultraprocessados em sua alimentação.
Portanto, para diminuir o consumo desses alimentos, é necessário a criação de uma tabela nutricional chamativa nas embalagens, já que a maioria das pessoas não olham as informações contidas nela, principalmente por serem pequenas. Essa nova tabela, que deve ser criada pelo Ministério da Saúde, deve conter as informações nutricionais em maior tamanho, além de informativos sobre as substâncias presentes no produtos, dizendo quais são os seus resultados na alimentação, e nas doenças que podem vir a surgir, conscientizando o consumidor.