O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 12/10/2019
Um dos objetivos do processamento é o aumento do prazo de validade dos alimentos. Cozimento, secagem, fermentação, defumação, entre outros, integram as técnicas de processamento. Assim, tais alimentos têm prazo de validade maior, alteração de cor, sabor, aroma e textura. São exemplos de ultraprocessados: biscoitos recheados, salgadinhos “de pacote”, refrigerantes e macarrão “instantâneo”.
De acordo com o site do IBGE, os alimentos mais presentes na mesa da população brasileira, são: “Em primeiro lugar o arroz com 84%; em segundo lugar o feijão com 72,8%; em terceiro lugar a carne bovina com 48,7%; em quarto lugar as aves com 27%; e em quinto lugar o macarrão com 18,8%”. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que tais alimentos sejam consumidos em pequenas quantidades.
Paralelo a isso, o Ministério da Saúde adverte que: “O Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado em 2006, apresentou as primeiras diretrizes alimentares oficiais para a nossa população. Diante das transformações sociais vivenciadas pela sociedade brasileira, que impactaram sobre suas condições de saúde e nutrição, fez-se necessária a apresentação de novas recomendações. A segunda edição do guia passou por um processo de consulta pública, que permitiu o seu amplo debate por diversos setores da sociedade e orientou a construção da versão final, aqui apresentada.”
Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne a população, mediante a alimentação saudável, seguir o guia alimentar e consumir menores quantidades de alimentos. Tal projeto deve ser instrumentalizado na diminuição de alimentos processados nos mercados, açougues, nas escolas, etc.