O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 10/10/2019

Biscoitos, bolos, macarrão instantâneo, todos esses itens são exemplos de produtos processados e ultra processados, presentes cada vez mais na alimentação do provo brasileiro. No entanto, o consumo contínuo desses materiais, na maioria dos casos, contribui para a diminuição da qualidade de vida da população. E, infelizmente, a ingestão dessas mercadorias ocorre devido facilidade de utilização aliado à falta de consciência da população. Tais fatos mostram que é necessário analisar esse novo padrão alimentar.

Primeiramente, um dos fatores que favorece o consumo acentuado de alimentos processados é a praticidade, geralmente, após a compra, basta abrir o pacote do produto e consumi-lo. Nesse contexto, o seu lugar na alimentação é quase obrigatório, afinal, na sociedade atual as pessoas tem cada vez menos tempo disponível para realizar atividades fora do trabalho, inclusive cozinhar. No entanto, isso se revela um erro, já que segundos pesquisas, divulgada pelo site OGLOBO 2/3 dos alimentos ultra processados não são saudáveis, ou seja, a população está comendo produtos inadequados.

Além disso, outro obstáculo é a inconsciência da sociedade sobre os efeitos dos alimentos que sofrem processamento, esses fábricos apresentam em sua constituição um excesso de substâncias nocivas ao corpo humano quando ingeridas em grandes quantidades como como gorduras e açúcar. Nesse sentido, o aparecimento mais frequente de doenças cardiovasculares está diretamente relacionado com o insumo destes, pois essas doenças tem maior propensão a aparecer na população que apresenta alto consumo de gorduras. Como pode ser verificado, pela notícia divulgada pelo site JORNAL DO BRASIL, que relata que o consumo de alimentos ultra processados aumenta em 12% a chance de desenvolver esses tipos de doenças cardiovasculares. Desse modo, a população fica à mercê de uma condição de vida de menor qualidade.

Em suma, são necessárias medidas que atenuem os casos de consumo de produtos ultra processados. Portanto, o Ministério da Saúde aliado às entidades educacionais como as escolas e universidades devem promover palestras que informem os efeitos dos alimentos processados na saúde, o conteúdo será dado por meio de profissionais formados nas áreas de ciências biológicas, pois estes apresentam melhores conhecimentos sobre a constituição dos alimentos. Assim, a sociedade será mais consciente e saudável, e os alimentos processados serão trocados por alimentos naturais.