O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 09/10/2019
A taxa de alimentos ultraprocessados vem crescendo muito com o passar dos anos, desde a época que ocorreu a Revolução Industrial e o mundo evoluiu para máquinas. Os alimentos ultraprocessados são produzidos com a adição de muitos ingredientes como sal, açúcar, óleos, gorduras, proteínas de soja e do leite, e isso pode prejudicar a saúde humana.
Com acrescentamento de vários produtos nos alimentos, ele mudara a cor, o sabor e até retardar o prazo de validade, mas apesar de ser algo que deveria ser bom, pode prejudicar o corpo humano e dependendo dos casos poderá levar à alguma doença, algo tão simples como: aumentar o açúcar ou colocar mais leite pode levar a sérios riscos.
O consumo excessivo destes tipos de alimentos, como por exemplo biscoitos, salgadinhos, refrigerantes, achocolatados, cereais matinais e afins, pode causar um descontrole alimentar que levara para um ganho de peso, câncer, depressão, diabetes, hipertensão e mais uma série de outras coisas. Segundo os dados postados no British Medical Journal (BMJ) diz que um novo estudo reforça a relação entre a ingestão desses produtos e ocorre um maior risco de doenças cardiovasculares.
Em vista dos argumentos apresentados, alguns ingredientes e métodos do processamento alteram desfavoravelmente a composição nutricional dos alimentos, o Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que tais alimentos sejam consumidos em pequenas quantidades. Em geral, esses tipos de alimentos ultraprocessados são pobres nutricionalmente e ricos em calorias, açúcar, gorduras, sal e aditivos químicos, não é recomendado ingerir sempre que poder, mas sim em pequenas quantidades, podendo assim, evitar alguma patologia.