O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 04/09/2019
No período da guerra fria surgiu a globalização, tal fenômeno aproxima diversas sociedades do mundo. Com isso, a cultura e costume de um povo pode influenciar vários outros, como por exemplo, o padrão de alimentação dos estadunidenses influenciam o mundo. Em virtude desse quadro vigente, surgem as mudanças nas culturas bem como, a má qualidade de saúde.
Em uma primeira análise, a anomia social, mencionada pelo sociólogo Émile Durkheim, identifica um contexto no qual os indivíduos tornam-se incertos, incoerentes devido às rápidas mudanças na sociedade. Desse modo, as pessoas mudam seus costumes por influência de outros e isso pode apagar culturas. Tal acontecimento, pode ser ratificado, por exemplo, no novo hábito dos brasileiros de consumirem comidas processadas e fast food. Nesse ocorrido, é abandonada a alimentação baseada em arroz, feijão, farinhas, carnes tipicas do Brasil. Sendo assim, a aproximação da globalização também causa o afastamento.
Em última análise, a má qualidade de saúde surge com esse novo costume de se alimentar de ultraprocessados. Por esse raciocínio, o impacto de alimentos como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos ,podem ser prejudiciais. Tal fato, pode ser exemplificado pelo G1, o qual lista treze doenças causadas por ultraprocessados como, diabete, hipertensão, obesidade. Portanto, esse padrão alimentar brasileiro causa uma má qualidade de vida.
Diante do exposto, medidas são necessárias para amenizar esse problema. Cabe aos Ministérios da Agricultura e Saúde, criar um projeto para ser desenvolvido com a agricultura familiar e os postos de saúdes familiares(PSF). O qual promova, o incentivo a agricultura familiar que ajudará a saúde e a economia, e os PSF’s promovam campanhas alertando sobre o uso de comidas processadas e incentivando a alimentação pela agricultura familiar. A fim de que, haja qualidade de vida por conseguinte, conscientizem-se. Dessa forma o impacto será menor.