O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 05/09/2019
A alimentação constitui um dos pilares essenciais ao desenvolvimento da vida humana e, contudo, vem sofrendo transformações, mediante a criação dos alimentos ultraprocessados. Estes, entretanto, produzem impactos negativos à saúde da população brasileira, visto que, não são naturais e, além disso, há excessos no consumo. Nesse sentido, convém analisar as consequências que essa alimentação industrializada moderna causa no bem-estar físico do brasileiro. Inicialmente, deve-se entender como funciona o capitalismo e a sua influência nas sociedades humanas, a partir da segunda revolução industrial, no início do século XX. Nessa época surgiu o modelo de produção fordista tendo como princípio à produção exagerada de mercadorias, com vistas, ao consumo imediato, modelo esse que perdura até os dias atuais. Nesse contexto, viu-se a indústria alimentícia criar os alimentos ultraprocessados, sendo estes, pouco nutritivos, cuja adição de substâncias no intuito de alterarem o sabor, promoveu uma diminuição de suas propriedades nutricionais. Ademais, o consumo de alimentos comestíveis em detrimento dos naturais, como verduras e frutas, constitui mudança no padrão alimentar, cujo reflexo, é perceptível na qualidade de vida dos brasileiros.Tal realidade,nota-se pelo aumento no número de doenças ligadas ao metabolismo, como diabetes, obesidade, hiperlipidemia, além de doenças coronarianas.Todas essas, têm impactado o bem-estar do brasileiro, sendo que o poder público deveria dar uma atenção especial à saúde por se tratar de direto garantido na Constituição Federal Brasileira de 1988. Diante disso, é fundamental o investimento em saúde no Brasil.O Governo deve, portanto, conscientizar a população por meio de campanhas educativas, sobre as doenças evitadas pela substituição dos ultraprocessados por alimentos naturais.Espera-se,com isso,uma mudança no padrão alimentar, mediante o consumo de uma alimentação mais saudável.