O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 01/09/2019
O ser humano, em seu dia a dia, vem adquirindo hábitos cada vez mais rápidos de alimentação, como o consumo de alimentos ultraprocessados os quais são atraentes e possuem baixo custo de produção. Por esse fato, estudos divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostram que o uso de alimentos industrializados levam as pessoas a terem doenças como obesidade e câncer.
Em primeiro lugar, de acordo com o médio Dráuzio Varella, de 2017 a 2018 houve-se um aumento de 17% sobre pessoas que possuem o peso corporal acima da média; fato este ligado, principalmente, à utilização de alimentos os quais, em seus rótulos, não possuem informações claras sobre os riscos que as altas concentrações de açúcares, gorduras e sais que podem trazer às pessoas. Logo, o problema do sobrepeso nos indivíduos começa nas embalagens mal explicativas dos itens de consumo.
Além disso, no ano de 2019, o INCA ( Instituto Nacional do Câncer) revelou que entre uma a cada dez mulheres tende a ter câncer de mama caso tenham dietas ricas em alimentos ultraprocessados. Já nos homens, os casos mais comuns de tumores são aqueles que atacam tanto o intestino quanto o estômago e que os levam a óbito. Assim, percebe-se que o simples consumo de salgadinhos de supermercados, refrigerantes e embutidos pode levar o indivíduo a ter sérios problemas de saúde.
Portanto, são vários os impactos, principalmente os de obesidade e câncer, que os alimentos ultraprocessados podem trazer ao ser humano. Dessa forma, a solução para o problema será a adoção de leis feitas pelo governo a fim de que os fabricantes de alimentos especifiquem em seus rótulos sobre os riscos que o consumo daquele produto traz à saúde humana por meio de textos informativos e imagens; assim, irá reduzir os altos índices de pessoas que são vítimas de tumores malignos ( provenientes daqueles alimentos) ou infartos decorrentes de seu alto peso corporal.