O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 06/05/2020
No ano 2000, foram criadas as primeiras redes sociais nas quais continham a intenção de possuirem maior comunicação entre os acessantes. Todavia, ao passar do tempo, esse meio modificou a vida dos usuários e foi capaz de padronizar seus gostos e opiniões. Por isso, torna-se necessário o debate acerca do impacto dos influenciadores digitais na formação do jovem.
A princípio, empresas, com a finalidade de venderem seus produtos, contratam figuras públicas, - cantores e atores -, as quais influenciam os cidadãos através dos patrocínios obtidos, por meio de parcerias. Segundo a “Indústria Cultural, conceito da Escola de Frankfurt, essa possui o objetivo de igualar os interesses e costumes da massa, a fim de promover o mercado. Nesse sentido, firmas buscam pessoas que têm, alto, poder de persuasão e são vistas como “modelos” para seus seguidores, assim comercializam suas mercadorias.
Além disso, ao se padronizar o público, ocorre a perda do senso crítico da população. Consoante Gustavo Le Bon, quando os indivíduos os quais dividem os mesmos interesses se juntam, esses acumulam estupidez em vez de inteligência. Dessa forma, com sua união, na mentalidade coletiva, as aptidões intelectuais e personalidades enfraquecem sofrendo a perda de sua criticidade.
Portanto, os institutos de ensino devem formar o senso crítico no estudante. Dessa maneira, criando projetos e dinâmicas que debatam os mais variados assuntos para estimular a luta contra problemas sociais. Cabe à Secretaria de Educação, em conjunto com o Governo Federal, a formação de campanhas educativas, na mídia, em que abordem as consequências que os influenciadores trazem à sociedade, ao propósito de que os jovens não sofram persuasão na formação de seus ideais e modo de vida.