O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 05/05/2020
Streamers e youtubers; páginas no Facebook, Instagram ou Twitter, com o advento tecnológico, torna-se evidente o surgimento de uma nova parte da mídia. Os ídolos virtuais que influenciam a população - principalmente a juventude - induzindo e auxiliando em suas decisões, como previsto por Steve Jobs ao dizer que a tecnologia move o mundo. Contudo, esse grupo, apesar de serem constitutivos no entretenimento, propagação da notícia e informação para muitos, podem, também, atuar como catalisadores de deficiências da educação primária - sejam por brigas públicas ou por exposições. Nesse viés, observa-se uma ferramenta que, por um lado impacta de forma positiva e, por outro, de forma negativa.
Primeiramente, é notável a propagação de informações e notícias que as redes sociais e as plataformas de vídeo são capazes de oferecer. Tais situações são reforçadas como consequência de um mundo globalizado, favorecendo a informação do jovem e o mantendo situado de questões nacionais e internacionais. Além desse fato, percebe-se o grande entretenimento propiciado pelos influenciadores, uma vez que, esses mesmos, tem canais e frases de contexto humorístico, contribuindo para o lazer do público em questão.
Paralelamente, é notório a alienação do público seguidor da maioria dos influenciadores, visto que, são induzidos ao pensamento do sujeito idolatrado. Por conseguinte, é visível uma juventude com a educação primária afetada, pois não houve, muitas vezes, a educação necessária ou apoio para que o jovem pudesse discordar da opinião majoritária. À vista disso, há constante criação de leis que permitam a privacidade e expressão no mundo virtual, como a Lei Carolina Dieckmann, do governo Dilma Rousseff, que garantia a privacidade do sujeito no âmbito virtual.
Portanto, apesar de grande importância na globalização e da efetiva informação disseminada, o jovem ainda é vítima de grande exposição e alienação. Destaste, é hiperativo que a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) em parceria com o Ministério Público, promovam programas e Leis para conter a desinformação e a exposição do jovem, por meio da manutenção de um sistema de denúncias efetivo e rápido, para que se faça uso adequado e o impacto dos influenciadores não gere desordem, a fim de que a tecnologia mova os jovens, como disse Steve Jobs, mas, também, para o crescimento intelectual e emocional.