O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 16/04/2020

O mundo vive a era da informação em que a todo momento os indivíduos absorvem diversos conteúdos. Apesar da internet ser uma importante ferramenta para interações entre as pessoas no mundo, ela pode ser nociva, principalmente aos jovens que são a maior parte dos consumidores dela. Nela possuem os influenciadores que convencem milhares de pessoas a adquirirem um produto ou uma determinada linha de pensamento. Os jovens acabam sendo influenciados a adquirirem tais produtos ou a pensarem de tal maneira. O impacto disso na formação dos jovens se torna, desta maneira, um assunto a ser debatido e a ter seus impasses devidamente resolvidos.

Primeiramente, a internet foi criada em 1969, nos Estados Unidos, e sua finalidade era de interligar laboratórios de pesquisa distantes entre si. Atualmente ainda mais avançada, tem essa finalidade de repassar informações para outras partes do mundo, além disso tem a capacidade de induzir indivíduos que abrangem todo o mundo, a terem o mesmo ponto de vista de quem está mostrando sua perspectiva sobre algo. O grande problema dessa divulgação que é feita, é as pessoas concordarem com tal maneira de pensar, apenas porque a pessoa que disse tem uma relevância maior na sociedade, sendo assim não formam uma opinião própria.

Segundamente, possuem diversos youtubers e blogueiras que fazem propagandas sobre produtos, que mal sabem sobre sua originalidade e segurança, realizam tais publicidades apenas com intuito de lucrar e divulgar o produto, assim como no filme “Amor por contrato” eles pensam apenas nas vendas dos produtos e o que eles ganham.

Portanto, os fins dos influenciadores são de poder  persuadir e inspirar o comportamento dos jovens brasileiros de acordo com o que eles compartilham. Cabe aos pais e familiares verificarem o conteúdo dos vídeos assistidos e alertar os filhos sobre a manipulação que existe na mídia, a fim de fazer com que os jovens brasileiros desenvolvam suas próprias ideias e se afastem da “Indústria cultural”.