O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 14/04/2020
“O importante é ter sem que o ter te tenha” essa frase do humorista carioca, Millor Fernandes, é muito pertinente quando se trata do impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens. Devido o seu alto número de seguidores, estas pessoas influenciam outras, a terem atitudes erradas e além disso, também passam a ideia de uma vida confortável e luxuosa. Por isso, indubitavelmente, medidas precisam ser tomadas para resolver essa barreira.
Em primeira análise, cabe-se pontuar em como os famosos digitais, muita das vezes, agem de forma irresponsável quando vão publicar algo. O que acaba persuadindo e incentivando outras pessoas a fazerem igual. A exemplo disso, em 2019, o cantor de funk Mc Gui, zomba de uma menina que estava fantasiada, usando uma peruca, no Halloween da Disney. Dias depois, os internautas descobriram que ela tinha câncer e por isso usava o acessório. Portanto, torna-se necessário a criação de um mecanismo que impeça a propagação desse problema.
Em segunda análise, a vida ilusória que estas celebridades exibem, faz com que a população acredite, que o sucesso por fechar contratos com marcas importantes, possuir objetos glamourosos e passar por experiências fantásticas é algo extraordinário. Um dos youtubers mais famosos do Brasil, Whindersson Nunes, publicou em suas redes sociais que tem depressão e que faz tratamento para controla-la. O que ninguém esperava era que, o humorista poderia ter algum transtorno psicológico, já que sempre exibia felicidade plena em suas mídias.
Sendo assim, medidas são necessárias para resolver o impasse. Os influenciadores digitais devem ter alguém para gerenciar suas postagens, e garantir que eles façam parcerias com marcas que contribuam com a sustentabilidade e meio ambiente. Além disso, as escolas devem promover palestras, para ensinar os jovens a como filtrar o que devem seguir nas redes sociais para que eles entendam que o importante “é ter sem que o ter te tenha”.