O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 16/04/2020

Além de interações interpessoais, as redes sociais causaram a criação de um novo comércio. A partir disso, surgiu a profissão de influenciador digital, ou seja, pessoas que têm poder de interferir nas ações e pensamentos dos seus seguidores. Decerto, nas mídias, o público dominante são os jovens. Assim, nessa idade, ainda sem opinião formada, são alienados e consequentemente adquirem produtos desnecessários, por impulso, tendendo ao consumismo. Diante disso, medidas são necessárias para enfrentar essa mazela.

Em primeira análise, com o ideal de vida perfeita, esses profissionais comandam a nova geração, que não se esforça em buscar um julgamento próprio e aceitam uma opinião pronta, muitas vezes por sua idade, o que impacta diretamente na formação. De acordo com um artigo realizados pela especialista em sociopsicologia, Priscila Almeida afirma que o pensamento crítico é desenvolvido na infância. Consoante ao que foi verificado pela Globo, a fase tem o titulo de segunda mais presente nos ambientes virtuais. Logo, é essencial intervir para combater tal atuação.

Outrossim, pelo grande alcance dos influenciadores, empresas de produtos dedicados a jovens utilizam disso para potencializar as vendas. Então, tais negócios, objetivando o lucro, abusam da falta de senso crítico e não se se preocupam com o consumidor. Em conformidade com a teoria da mais-valia de Karl Marx, as indústrias exploram com o objetivo de arrecadar o maior valor possível. Desse modo, o consumismo incentivado por esses meios devem ser mitigados.

Portanto, fica evidente o poder das redes sociais e sua capacidade de interferir negativamente para a formação dos seus usuários. Nesse contexto, a família deve monitorar o conteúdo assistido e atentar os filhos para a distorção, conscientizando-os por meio de conversas com o objetivo de capacitar a população de ter uma análise crítica do mundo. Dessa forma, os impactos da mídia nos jovens será enfim contida.