O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 16/04/2020

Segundo o G1, 70% da população brasileira tem acesso à internet. Isso mostra que cada dia mais as pessoas têm contato com mundo virtual e, inevitavelmente, com as pessoas que trabalham nesse meio. Os influenciadores digitais são pessoas que produzem conteúdo virtual relacionado à vários temas, o que acaba atraindo a atenção de muito e, principalmente, dos jovens. Dessa forma, esse profissionais acabam por moldar comportamentos, sejam positivos, como o estímulo aos estudos, ou negativos, como o incentivo à um consumismo prejudicial.

Primeiramente, o Uol afirma que o público jovem fica, em média, nove horas por dia conectado à internet. Nessa ótica, é de se esperar que o meio virtual cause um impacto na formação desse jovem e, felizmente, esse impacto pode ser positivo, pois muitos “youtubers”(pessoas que trabalham postando vídeos na internet) usam da tecnologia para propagar o conhecimento. Um exemplo disso é a “youtuber” Débora Aladim, que conta com mais de 2,5 milhões de inscritos no seu canal de vídeos, no qual ela publica aulas relacionadas à várias áreas do conhecimento e ajuda estudantes que desejam fazer vestibular a terem um bom desempenho. Isso mostra que o impacto de influenciadores digitais na formação de jovens pode ser positivo.

Entretanto, essa influência nem sempre é favorável, podendo, infelizmente prejudicar a formação das pessoas. Como foi visto num caso exposto pela mídia, de uma influenciadora digital, que possui mais de 300 mil seguidores na sua conta do Instagram, que vendia produtos de emagrecimento ilegal e não autorizado pela ANVISA(Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para os seus seguidores. Além disso, uma pesquisa realizada pela empresa Youpix mostra que 48% dos jovens já comprou um produto por conta de dicas de influenciadores digitais. Dessa forma, é possível notar que esses profissionais também podem ser nocivos para a formação dos mais novos.

Portanto, é necessário valorizar os impactos positivos causados por influenciadores, e educar para que se evite os negativos. Assim, os pais devem estimular em seus filhos o consumo de um conteúdo mais educativo, eles podem fazer isso mostrando aos seus filhos quais profissionais tem vídeos e “posts” educativos, mostrando quais não tem e explicando o porque desses conteúdos serem prejudiciais. Além disso, o Ministério da educação deve valorizar os influenciadores que causam um impacto positivo, isso pode ser feito por meio da contratação deles para que promovam o ministério e seus eventos. Dessa forma, os impactos negativos serão minimizados, e os positivos serão valorizados devido à visibilidade dada aos profissionais que realmente querem colaborar com a educação dos mais jovens.